Com o peito cheio da luta que não se conforma, não cessa, nem me abandona... juízo mói porque não sei que lado escolha, que projecto acabe, que projecto me espera, que projecto talhe. Tenho um, dois, três, quatro e talvez cinco... intenções e invenções que saem a ferro dos momentos que me empenho e desenho. Mas estão todos aqui, às voltas, rodopios, empurrões e desatinos. Nunca dormem. Nunca existem. Mas estão aqui. Existem neste computador, em folhas soltas borradas de feltro, em folhas gatafunhadas com números de telefone anónimos, com orientações várias... vai para Sul, vai para Norte, vira a esquerda sempre a direito, perde o trote... arruma-te para passar ao mais urgente. Qual?
Acredito em todos! Acredito que ao sairem, fogem, e arrastam-me consigo, para longe. Não da ilha onde moro, mas da ilha onde neste momento existo, felizmente, tão só para os meus. Seremos também felizes, se assim?
7.18.2011
"Tenho aí uns projectos!"
Com o peito cheio da luta que não se conforma, não cessa, nem me abandona... juízo mói porque não sei que lado escolha, que projecto acabe, que projecto me espera, que projecto talhe. Tenho um, dois, três, quatro e talvez cinco... intenções e invenções que saem a ferro dos momentos que me empenho e desenho. Mas estão todos aqui, às voltas, rodopios, empurrões e desatinos. Nunca dormem. Nunca existem. Mas estão aqui. Existem neste computador, em folhas soltas borradas de feltro, em folhas gatafunhadas com números de telefone anónimos, com orientações várias... vai para Sul, vai para Norte, vira a esquerda sempre a direito, perde o trote... arruma-te para passar ao mais urgente. Qual?
Acredito em todos! Acredito que ao sairem, fogem, e arrastam-me consigo, para longe. Não da ilha onde moro, mas da ilha onde neste momento existo, felizmente, tão só para os meus. Seremos também felizes, se assim?
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