Acho que chegou a altura de contar.. Conto que a aproximadamente dois anos atras, vivia na anestesia festiva de ver as semanas a passar sem prever e sem planear. Fui trazida por contraditorias vontades para o meu esquecido seio familiar. Contive-me de raiva e fulgores mimados para não acontecer... voltar ao exilio que pensava não existir na altura. Observo-me ainda hoje... com a vida dos meus pais que já transpira suada pelos meus poros mais contraidos. Estão quase a fazer 60 anos e quase 40 anos de casamento e ameaçam-se constantemente com divórcios e separações de bens... mas nunca nenhum irá dar o primeiro passo. Há sempre dinheiro envolvido na discussão. Há sempre a luta de quem lutou mais ou não. E porquê? Porque não passam de intrigas de amor de quem já não sabe viver sem o outro. Eu vim! Fui incubida de os ajudar a perceber que nada irá mudar agora que as forças e os laços não desatam! De nada se é capaz quando a cegueira é tão ténue que nem se vê. Mais incrivel foi a cura da minha própria falta de visão! Que estava eu a ver? Não via. Sentia como um cego... mas não via! Sempre pensei que se vivesse a minha vida... Sairia da rotina de me ver sempre com o mesmo sentimento solitário, mas ironicamente não! Ironicamente nunca me respeitei ao ponto de pensar no que não queria ser até observar bem os outros! A minha personalidade deixou de ser uma embrulhada de futilidades desnecessárias e momentos inconstantes de fazer os outros sorrir para o meu gozo....quando deixei-me de egoísmos... ao comparar-me com as (in)felicidades dos outros! Crescer já não é mais o que todo o vento levou e passou a ser uma atitude mais concertada e razoável para com o meu respeito próprio e auto-estima... por causa de outros! Esses outros tão iguais a mim! E estou feliz com o resultado por agora! Estou confiante que tenho mais para aprender. E gosto... regozijo-me com esta forma de estar que um dia voltarei a esquecer e melhorar. Como serei daqui a dois anos se já nem me lembro como era ser quem era... à dois anos atras?
2.10.2008
À dois anos atras!
Acho que chegou a altura de contar.. Conto que a aproximadamente dois anos atras, vivia na anestesia festiva de ver as semanas a passar sem prever e sem planear. Fui trazida por contraditorias vontades para o meu esquecido seio familiar. Contive-me de raiva e fulgores mimados para não acontecer... voltar ao exilio que pensava não existir na altura. Observo-me ainda hoje... com a vida dos meus pais que já transpira suada pelos meus poros mais contraidos. Estão quase a fazer 60 anos e quase 40 anos de casamento e ameaçam-se constantemente com divórcios e separações de bens... mas nunca nenhum irá dar o primeiro passo. Há sempre dinheiro envolvido na discussão. Há sempre a luta de quem lutou mais ou não. E porquê? Porque não passam de intrigas de amor de quem já não sabe viver sem o outro. Eu vim! Fui incubida de os ajudar a perceber que nada irá mudar agora que as forças e os laços não desatam! De nada se é capaz quando a cegueira é tão ténue que nem se vê. Mais incrivel foi a cura da minha própria falta de visão! Que estava eu a ver? Não via. Sentia como um cego... mas não via! Sempre pensei que se vivesse a minha vida... Sairia da rotina de me ver sempre com o mesmo sentimento solitário, mas ironicamente não! Ironicamente nunca me respeitei ao ponto de pensar no que não queria ser até observar bem os outros! A minha personalidade deixou de ser uma embrulhada de futilidades desnecessárias e momentos inconstantes de fazer os outros sorrir para o meu gozo....quando deixei-me de egoísmos... ao comparar-me com as (in)felicidades dos outros! Crescer já não é mais o que todo o vento levou e passou a ser uma atitude mais concertada e razoável para com o meu respeito próprio e auto-estima... por causa de outros! Esses outros tão iguais a mim! E estou feliz com o resultado por agora! Estou confiante que tenho mais para aprender. E gosto... regozijo-me com esta forma de estar que um dia voltarei a esquecer e melhorar. Como serei daqui a dois anos se já nem me lembro como era ser quem era... à dois anos atras?
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1 insectos:
Um homem com o dom de ser homem! Sou um homem, em toda a sua magnitude da palavra! Não me dêem fórmulas certas. Porque eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que tenho que fazer porque vou seguir o meu coração. Não me façam ser quem não sou, não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Acredito no meu amor e nos meus valores pessoais! Falo, faço e assumo! Sou intenso! 100% Homem, 100% Menino, 100% Tudo. Desfaço-me, Mas refaço-me!...Pois Deus está sempre comigo! Sou Audacioso! Corajoso! Ousado! Porque o mundo pertence a quem se atreve!
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